Educação positiva não é deixar fazer o que e como quiser, como muitas pessoas pensam. Educar já presume ensinar limites e escolhas.

Uma criança deve ter seu direito de escolha respeitado dentro dos limites que ela é capaz de entender e processar de acordo com a sua idade.

Ela não pode escolher ir ou não para a escola, mas pode escolher, por exemplo, seu lanche ou a roupa caso o uniforme não seja obrigatório. Ela não pode escolher não escovar os dentes, mas pode escolher o creme dental ou ainda combinar os horários de escovação.

Com os meus filhos mais velhos, ainda não existia o termo “educação positiva”, então tínhamos regras e leis. As regras podem ser discutidas e flexibilizadas, como o tempo de videogame, a roupa que será usada. Já as leis são inegociáveis, como ir a escola, tomar banho, escovar os dentes, respeitar os avós.

A educação positiva não tira os limites, apenas os coloca no lugar certo e com a compreensão da criança, o que nos trará adultos capazes de argumentar e também de entender que nem sempre a nossa vontade pode ser satisfeita e isso não é um problema.

Para nos aprofundarmos mais nesse assunto, compartilho abaixo o vídeo “Educação positiva: o que é e como colocar em prática” da Ninhos do Brasil, uma plataforma de acolhimento, informação e troca de experiências sobre educação, filhos e família. Vale a pensa conferir!

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